O Antiquário



Tenho uma notícia muuuito feliz para compartilhar com vocêsss 😀

Gosto muito de escrever e tenho cerca de dez começos de livros perdidos, sem final. Tadinhos :{
A novidade é que comecei um livro novo esse semestre e para me empolgar e me fazer não desistir estou publicando cada capítulo na minha conta no Wattpad.
O livro já tem o esqueleto (história e aventuras) pronto, mas aos poucos vou acrescentando lá.
O primeiro e o segundo capítulo de “O Antiquário” vocês conferem abaixo.


Primeiro capítulo: Letra capitular

https://embed.wattpad.com/story/89515973

 O segundo capítulo “Metamorfose voadante” você confere nesse link aqui.

 Depois que ler, me conta sua opinião? c:

Beijos em formato de nuvem

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O Orfanato da srta Peregrine para crianças peculiares

Infelizmente, nesse caso, fiz o que não recomendo a ninguém: vi o filme antes de ler o livro.

Para falar a verdade, fazer isso nunca me deixa feliz, mas não queria perder a oportunidade de ver no cinema, porque já tinha encomendado o livro e ele estava fazendo uma viagem para me encontrar.
Então, vi o filme. Amei o filme.
Li o livro, amei o livro.

O filme é metade história tirada do livro e a outra metade é inventada de -não sei aonde- visto que se mudasse não faria diferença alguma, ou até responderia algumas questões simples.
Depois de ver o filme e me apaixonar pela trilha sonora (sei que não é uma resenha do filme, pera) o livro chegou e li ouvindo as músicas do filme ❤
Eu amo muito ler ouvindo trilha sonora. As músicas conduzem a criatividade para formar os personagens e cenários mais facilmente.

As músicas conduzem a criatividade, sons e imagens. Melodias transfiguram-se em casas abandonadas, tempestades, nuvens, cenários e crianças peculiares.
Em momento estamos no século XXI e no outro, o passado remoto instiga Jacob.

Jacob é um menino de 16 anos, faz aniversário no começo do livro. Não é órfão, mas é deixado de lado. Filho único e rico. Os pais não entendem o jeito dele e nem fazem questão de entender.
Ele é bem íntimo do avô, que tem uma segredo de anos escondido de todos, menos de Jacob. O avô contava histórias de um mundo mágico para o menino quando criança, mas quando cresceu ele desacreditou de tudo aquilo. Como um sonho monstruoso perdido de muito tempo.
 

Ao contrário do que todos que me questionaram, o livro não é de terror. As fotos em preto de branco compõem o livro de uma forma magnífica, o que fez desaparecer meu preconceito com a aparição das imagens entre as páginas escritas. Ajudou bastante a compreender os personagens.

Curiosamente, as imagens são fotografias antigas autênticas de colecionadores, o que nos faz pensar que a história das crianças também pode ser verdadeira.

O livro é escrito em primeira pessoa. Isso me incomoda na maioria das vezes, mas não nesse caso. Parece que ficou bonito e bem feito com todas as duvidas de Jacob sendo passadas para o leitor, uma vez que temos apenas a visão do menino para seguir o enredo.
É muito interessante ver a transição de “avô mal, ruim e pior pessoa da Terra” para “idoso com segredos indiscutíveis, razões para as confusões e não compreendido”. Tem muitas reviravoltas ao longo da história. Como fazer você acreditar em um personagem e acreditar nele para depois descobrir que não é nada disso.
Jacob tem um dilema para enfrentar e fica repousando sobre cada tentativa possível. A escrita é envolvente e Ranson Riggs, o escritor, faz o que eu mais gosto: acrescenta palavras difíceis em um contexto simples para que o leitor procure o significado no dicionário. Particularmente eu amo essa tática.

Sempre pesquiso muito antes de comprar qualquer coisa na internet. O site que mais me encantou foi o da Amazon (esse link aqui) e também o preço foi o melhor, mesmo depois de somar ao frete. Nas livrarias físicas o livro está com preço menor por causa da divulgação do filme no cinema.

 

Mesmo super ansiosa para ler os quatro livros de uma vez (têm mais três sequências), eu me segurei e não comprei tudo de uma vez só :B *orgulhodemim*
Mas com certeza quero comprar todos e ler logo porque a história é fascinante!

Vocês já leram o livro? 

PS.: as fotos em preto e branco são para dar uma relação legal porque o livro também é em preto e branco :B hehe

Chuva de nuvens em formato de beijos  


Caminhos para a criatividade

Uma fuga do padrão do jornalismo. Do clichê: lide, sublide e complemento. O professor Victor Mazzei revela como trabalhar com a criatividade.
Perguntas como “Você se acha criativo?” e “Quais atitudes são criativas na área de jornalismo?” abriram o minicurso de Criatividade no Jornalismo, ministrado pelo professor Victor Mazzei na Semana de Comunicação da Faesa.
Primeiro, veio a tona o que é ser criativo. E Mazzei explicou que o verdadeiro criativo trabalha. Pensa em como implementar as ideias e conhecer os limites do mundo real, como escassez de material, dinheiro, ou tempo. “Criativo é o sujeito que corre riscos. Que corre atrás da resolutividade”, afirma.

Ser criativo é fazer algo diferente a cerca do normal, do ordinário visto todos os dias na redação.“Como os serviços hoje são muito parecidos, se não há o diferente, vira tudo normal e já era. Com isso, não possui nenhum tipo de valor para nós”, comenta Mazzei.

Um dos tópicos sobre como alcançar a criatividade no ambiente de trabalho, foi a relação entre o ambiente e o repertório cultural que cada indivíduo apresenta. Foi apresentado o gráfico em que o estado de espírito, o contexto, os dados culturais e a bagagem de vida incentivam no que o indivíduo irá produzir.
Legenda: Gráfico que demonstra a capacidade de associar os elementos. Foto: Ingrid Lourenço.
Na explicação do gráfico, como “estado de espírito do sujeito” se insere o humor em que a pessoa acorda. De bom humor, feliz, proativo, são exemplos. No “contexto”, as características do lugar em que se está é o que vale. Se é um ambiente participativo, se está em círculos sociais, se é competitivo, que recebe feedback, e outros.

Em “dados culturais”, o que a pessoa leu, assistiu e ouvir de relevância cultural segue como primordiais para a formação do caráter. 
E em “bagagem de vida”, as experiências obtidas durante a vida, como fatos que vivenciou ou presenciou, momentos da infância, traumas, alegrias e decepções são exemplos.
Mazzei destaca sobre o gráfico que o interessante é a capacidade de associar elementos. “O potencial para conectar todas as informações e estímulos obtidos. O uso pleno da invenção e da fantasia”, conclui.
Professor Mazzei ministrando o minicurso. Foto: Ingrid Lourenço.
Porta de entrada
Quando questionado sobre a importância de existir a disciplina de Criatividade para o curso de Jornalismo e não só o de Publicidade, o professor explicou qual é a dica para se tornar criativo qualquer que seja a área de atuação no mercado de trabalho. Ouça a resposta no áudio a seguir:

As empresas criam um potencial criativo quando implementam entre os escritórios jogos, como na empresa Google.

Criatividade jornalística
Mirella Bravo, professora de jornalismo estava participando do minicurso como aluna, escolheu assistir esta palestra para ampliar os horizontes sobre a criatividade no jornalismo. “Entendo que vindo aqui e ouvindo um pouco, percebo se tenho isso e como se exercita, ou que não tenho e como posso ter criatividade”, conta.
“Cada vez mais o jornalista é cobrado para ser criativo. Desde sempre. Nossa profissão está cobrando muito esse novo olhar”, ressalta Mirella.
Vinícius Lodi, aluno de jornalismo do quarto período, escolheu participar como voluntário na equipe de apoio do minicurso porque sente que, às vezes, tem bloqueio criativo.“Às vezes falta criatividade para eu pensar em outras pautas, esse tipo de situação. Pensei em participar porque pode ser uma oportunidade para abrir mais minha cabeça e aprender mais sobre isso também”, comenta.

Por fim, Mazzei passou uma dinâmica, em que em grupos de cinco pessoas, os alunos teriam que criar uma história com dez palavras soltas escolhidas aleatoriamente pelos alunos da sala.

As dez palavras eram: persiana; mostarda; jacaré; caxumba; emoção; suavidade; morte; vida; poste; e temer.

Dinâmica do grupo da Mirella. Foto: Ingrid Lourenço.
Antes de acabar o minicurso, foram entregues cinco perguntas consideradas o TRUMFO da criatividade. Que caso o leitor consiga respondê-las e usar ao favor do trabalho, a criatividade será alcançada.
1) Como tenho usado minha criatividade?

2) O que me motiva a exercer minha criatividade?
3) O que me impede de exercer meu potencial criativo?
4) Como posso contribuir para ter um ambiente mais criativo?
5) O que a criatividade pode fazer pela minha carreira?
Dicas
Não há um pó de pirlimpimpim para ser criativo, mas existem dicas para impulsionar o que já existe dentro de cada um.
Mazzei responde: qual a dica para ser criativo em qualquer área?
Precisamos nos permitir ser criativo. Muitas vezes a gente não é criativo porque não queremos nos expor. Temos medo  do julgamento do outro, do julgamento próprio. Ou achamos que as pessoas vão nos classificar, como ousados demais. O criativo, às vezes ele não exerce o potencial porque ele sabe dos riscos que pode ter com isso. Então ele acaba ficando dentro da caixa para não ter nenhum tipo de problema. O criativo sempre vai ter problema, como problemas de aceitação. A criação é um ato de permissão e a criança se permite.
Se gostou do minicurso, o último livro do professor Mazzei pode ser encontrado aqui.

O texto acima foi publicado no site Faesa digital, no dia 1º de novembro, a postagem você confere aqui.

Beeeijos,